De repente deu vontade de um abraço. Uma vontade de entrelaço, de proximidade.. de amizade.sei lá..
Talvez um aconchego que enfatize a vida e amenize as dores... Que fale sobre os amores, que seja teimoso e ao mesmo tempo forte.
Deu vontade de poder rever saudade de um abraço. Um abraço que eternize o tempo e preencha todo espaço mas que faça lembrar do carinho, que surge devagarzinho da magia da união dos corpos, das auras..sei lá..
Lembrar do calor das mãos acariciando as costas a dizer.. "estou aqui." Lembrar do trançar dos braços envolventes e seguros afirmando "estou com você".. Lembrar da transfusão de forças com a suavidade do momento ..sei lá..
O que importa é a magia deste abraço! A fusão de energia que harmoniza, integra tudo, e que se traduz no cosmo, no tempo e no espaço.
Só sei que agora deu vontade desse abraço!! Que afaste toda e qualquer angústia. Que desperte a lágrima da alegria, e acalme o coração.. Que traduza a amizade,o amor e a emoção.
E para um abraço assim só pude pensar em você.... nessa sua energia, nessa sua sensibilidade que sabe entender o por quê... dessa vontade desse abraço. um abraço
"Por mais que na batalha se vença a um ou mais inimigos, a vitória sobre a si mesmo é a maior de todas as vitórias."
Por ser mulher Que nunca sabe o que quer Sou todas em uma Sou transgênica e até nenhuma
Absorvo do ambiente em que vivo Novas idéias e aditivos Me recomponho e reestruturo E não me importo em ficar em cima do muro
Se já tomei posições... Assumo Se não tomei... Também não dou murro Pra tudo aqui há tempo Até pra se fingir de burra
Se quero rir Rio até chorar Pra se for de tristeza Deixem eu me afogar
Sou mulher! Se sou louca, tenho direitos adquiridos Pelas muitas TPM’s Pelas horas em frente aos espelhos Pelos gemidos forçados Pelos desejos calados Pelas expectativas não correspondidas
Porque sou mulher Sou uma E sou muitas Vivendo aqui Nesse corpo mutante Com os hormônios em festa Me levantando e me derrubando
Sou guerreira invencível, quando necessário Sou Amélia por amor Sou fada por decisão Bruxa pela mania de me intrometer onde não sou chamada E sou covarde quando tenho medo de perder quem amo Me basto, mas as vezes preciso de colo Não preciso de mais nada Quando tenho o que realmente importa
Instável? Volúvel?Indecisa? Mas quando necessária sou infalível Jamais falho quando for pra proteger quem amo Sou uma e sou ao mesmo tempo muitas Apenas porque sou mulher!
Às vezes para não magoar os outros nos calamos. Criamos assim relacionamentos superficiais, onde cada um pensa que o outro está feliz.
Negamos a nós o direito de sermos transparentes e ao outro de nos conhecer transparentes e verdadeiros.
Da mesma forma outros agem conosco, por medo de decepcionar-nos.
Nos enganamos e somos enganados.
É sinal de amadurecimento o estar preparado para ouvir o que não agrada, aquilo com que não se concorda e difere da nossa maneira de pensar ou de agir.
Consideramos sensíveis as pessoas às quais devemos ter cautela para dizer certas coisas. Mas... não é a sensibilidade o sentir o que vai dentro do outro e entendê-lo como se entendesse a si? As pessoas sensíveis entendem sim, são as susceptíveis que não entendem.
O susceptível recebe as idéias alheias como se fosse uma ofensa ao seu eu.
Porém, por que um saberia de todas as coisas e o outro não? Por que um compreenderia tudo e teria sempre uma visão clara das coisas da vida? Por que a razão se colocaria sempre de um lado, deixando outros do lado errado? Somos seres especiais sim, mas que aprendem a cada dia.
É importante valorizar-se, mas aprender também a diferença entre o orgulho e a humildade. O Mestre de todos os mestres sabia tudo e curvou-se para lavar os pés dos seus discípulos.
Não somos maiores que Ele a ponto de não poder nos curvar vez ou outra diante do que nos contradiz.
Às vezes nos calamos para não magoar outros sim. Às vezes recebemos observações como afrontas ao nosso ego. Incitamos as pessoas a não serem francas, porque negamos nossa franqueza em ouvir e falar.
Mas quem ama, quem ama verdadeiramente, ouve, reflete, dá o braço a torcer, queda-se, refaz e constrói relacionamentos reais e límpidos. Esse jamais estará sozinho...
Durante muito tempo eu vivi conectada às pessoas. Não no sentido bom, de ser apenas uma vida pulsando por todos nós, mas aquele sentido de conexão por dependência, por apego, por necessidade de aprovação.
Com a desculpa de querer ajudar, eu me mantive ligada às pessoas, repassando meus conhecimentos, auxiliando com minha força de trabalho, dando idéias criativas para solucionar problemas ou apenas dando carinho e suporte, pois acreditava que este era meu dever como filha, como irmã, como mulher, enfim, como ser humano.
Entretanto, secretamente, eu aguardava uma espécie de retorno, que na verdade (na minha mente) tinha que ser em igual medida e empenho. Só que não são todas as pessoas que querem ou que têm esta disposição para se dedicar a nós, até porque elas têm que se dedicar a si mesmas. E isso, com certeza, já dá muito trabalho e ocupa muito tempo.
Então, comecei a perceber que minha vida estava ficando defasada em relação àqueles que eu ajudava. Perguntava-me por que aquilo acontecia.
No final, entendi que, enquanto estava dando minha ajuda – na maioria das vezes não solicitada – estava deixando de fazer e realizar coisas na minha própria vida, pois não sobrava tempo para mim e, quando sobrava, estava exausta emocionalmente, pois vivia de acordo com os sentimentos expressos pelos outros: se estavam felizes, eu me enchia de alegria; se estavam chateados, ficava apreensiva; se se irritavam, devia ser comigo, etc.
Porém, também me questionava a respeito da caridade e ficou claro para mim que a caridade só é válida quando a fazemos desinteressadamente e, principalmente, quando não fazemos dela uma questão de comparação, nos colocando acima ou abaixo de quem recebe a nossa graça.
Portanto, com tudo bem entendido, senti dentro de mim mesma que era o momento de me desconectar dos outros; que era chegado o momento de conectar-me a mim mesma e procurar suprir as minhas próprias necessidades.
Compreendi que era perfeitamente possível sentir alegria sem ter ninguém por perto; que eu podia me divertir sem culpa e que não precisava estar sempre disponível, principalmente se isso iria me prejudicar de alguma forma; aprendi a dizer não, a cuidar mais de mim, a me concentrar nos meus próprios projetos e sonhos e a enxergar as pessoas tais como são, aceitando-as e compreendendo-as, mas nunca mais as colocando sobre mim mesma em questão de importância.
Por isso, se você ainda vive como eu vivia, dê um voto de confiança a si mesmo e liberte-se. Ainda dá tempo de arrumar sua mala e seguir seu caminho rumo ao seu próprio destino. Se quiserem lhe acompanhar, ótimo. Se não, não lamente. Você é único e completo, rico e insubstituível e é capaz de preencher toda a sua vida por si só.
Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo,
ficava com raiva à menor provocação. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes, me sentia envergonhada e me esforçava por consolar a quem tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas
depois de uma explosão de raiva.
Entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
>
- Amasse-a! Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. - Agora, deixe-a como estava antes. É óbvio que não pude deixá-la como antes.
Por mais que eu tentasse, o papel ficou cheio de marcas.
Então, disse-me o professor: - O coração das pessoas é como esse papel... A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados. Assim aprendi a ser mais compreensiva e mais paciente.
Quando sinto vontade de estourar,
lembro deste papel amassado,
Ele não mais voltará a ser o mesmo liso e bonito papel de antes,
EXEMPLO DE VIDA, AMOR, SOLIDARIEDADE E CUMPLICIDADE...
PENA QUE OS SERES HUMANOS NÃO SEJAM COMO OS CÃES.
Um cachorro foi visto no meio de uma avenida com muito trânsito cuidando de seu amigo que foi atropelado por um carro. Usando a pata, o cachorro tentava acordar seu amigo que estava morto. Ele tentava empurrar seu amigo para fora da avenida. E quando alguma pessoa tentava ajudar, ele rosnava e afugentava os que se aproximavam dele.
Apesar do tráfego pesado, o cachorro não abandonava seu amigo.
As pessoas ficaram impressionadas de como um cachorro vira-lata podia ser tão leal !
Em situações difíceis é quando sabemos quem é um verdadeiro amigo.
Definitivamente não vamos esperar que situações difíceis sejam necessárias para demonstrarmos o quando consideramos aqueles que são nossos verdadeiros amigos.
Se você tem um amigo, conserve-o e quando tiver oportunidade de demonstrar sua amizade, não espere, faça.
Pouco importa de onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial descobrir...
Sou falar com Deus bem baixinho à noite, e ir à igreja quando dá vontade...
Sou um sorriso aberto de quem estava com saudades de me ver...
Sou um pedido de segredo, com aquele olhar de confiança,
Sou muitas amizades!
Sou uma vida lotada de amigos, um sorriso simpático, compreensão acima de tudo, um abraço inesperado.Sou dizer e ouvir palavras que emocionam!
Sou calar pra não magoar...
Sou a saudade do colo da minha mãe!
Sou ficar tentando lembrar do que eu sonhei toda manhã ... Sou a saudade dos meus amigos da adolescência, das escolas onde estudei e dos professores que tive...
Sou a saudade de pessoas que eu amei muito e que se foram. ..
Sou a vontade de voltar a ser uma menina quando canso de ser adulta ... , e sou o orgulho de ter vencido até aqui! Sou muito, mas muito mais emoção que razão...
Sou a soma de de tudo isso, e infinitamente mais.!
" Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E,entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias.Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o é, afinal, uma vida interessante".